Minha dor indignada
Recentemente vivi a experiência mais dramática de minha vida. Fui obrigado a conviver com a dor e a revolta pelo bárbaro assassinato de meu neto, Leonardo Batista Fernandes, juntamente com um amigo, Breno Silvestrini. Esse crime abalou não somente nossas famílias, mas causou perplexidade entre a população de Campo Grande e de todo o País. Durante vários dias perdemos o eixo, ficamos incrédulos e psicologicamente abalados. Muitos de nós indagamos em silêncio, remoendo nossa perplexidade, perguntando-nos qual o limite da bestialidade humana, que sociedade é esta que gera monstros que...
