Prevenir é o melhor remédio
Data: 30/05/2011
Doença (s) Sexualmente Transmissível (eis) (DST), como o próprio nome já diz, é uma doença transmitida de uma pessoa para outra através da relação sexual. São mais de 50 tipos, entre vírus, bactérias e protozoários. As mais conhecidas são HPV, herpes, hepatite B e C, sífilis, HIV, gonorréia, entre outras.
Estas doenças são fáceis de evitar, já que o uso do preservativo é eficiente em quase 100% para quase todas elas. Porem, na pratica a população não mostra muita preocupação em se prevenir de uma DST, principalmente entre os jovens. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) 40% dos casos de novas infecções por HIV ocorrem na faixa etária de 15 a 24 anos.
Apesar de se tratarem de doenças de um mesmo grupo, não existem semelhanças entre elas quanto à identificação. A sífilis, por exemplo, é identificada por uma ferida, enquanto que a gonorréia, pelo corrimento da uretra ou da vagina, alguns dias após a contaminação.
Uma pessoa infectada pelo HIV (vírus da imunodeficiência humana) pode não apresentar sintomas e ter uma aparência saudável e somente apresentar os sintomas da AIDS depois de muitos anos. Assim, é possível que, através de uma relação sexual desprotegida, uma pessoa aparentemente saudável transmita o vírus HIV.
Na condução do tratamento de uma DST é importante o controle de cura, isto é, a reavaliação clínica e laboratorial após o término do tratamento. Algumas doenças podem persistir apesar da sensação de melhora relatada pelo paciente.
Na automedicação, além dos riscos de ingerir um medicamento inadequado e sem o conhecimento dos seus potenciais efeitos colaterais, corre-se o risco de camuflar ou mascarar a doença, quando o medicamento, por alguma de suas ações, promover apenas uma melhora dos sintomas, sem determinar a sua cura definitiva.
Tanto o tratamento quanto o controle de cura deve ser feito por um médico com vivência nesta área. A partir de exames clínicos e laboratoriais ele vai identificar a doença e suas complicações, dar início ao tratamento mais adequado para o caso e acompanhar a resposta do paciente.
Por: Victor Sório – Farmaceutico
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